Participe e acompanhe mais essa discussão do projeto de extensão que estou coordenando, com direito a certificação .
O blog tem por objetivo registrar o acesso e acompanhar as atividades desenvolvidas com os estudantes das disciplinas ministradas no ano atual, que é 2020. É um espaço de diálogo e organização do material que será disponibilizado para xs estudantes matriculados no COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho Escolar
O Blogger educação e gestão tem por objetivo compartilhar atividades desenvolvidas com xs graduandxs de Pedagogia da UFAL- CEDU-2020.
terça-feira, 27 de outubro de 2020
Desafios e proposições da educação em tempo integral no Brasil e no exte...
Desafios e proposições da educação em tempo integral no Brasil e no exte...
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
quinta-feira, 8 de outubro de 2020
Plano de Trabalho da Disciplina
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Secretaria Executiva dos Conselhos Superiores – SECS/UFAL
ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 34/2020-CONSUNI/UFAL
Plano de Ensino para o Período Letivo Excepcional (PLE)
I – IDENTIFICAÇÃO
CURSO: Pedagogia
COMPONENTE CURRICULAR: Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho Escolar
(X) OBRIGATÓRIO ( ) OPTATIVO
PRÉ REQUISITO: (Se houver)
CO-REQUISITO: (Se houver)
DOCENTES RESPONSÁVEIS:
Dra. Elione Maria Nogueira Diógenes
Dra. Maria Betânia Gomes da Silva Brito (Nome da responsável pelo registro)
Carga Horária
80h
80h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 80h
Teórica: 60h
Prática: 20h
INÍCIO DO PERÍODO LETIVO (PLE):
13/10/2020
Dia da disciplina
Nº de turma
Matutino
Modelos
Horário
Quinta-feira
01 (uma)
(X)
Aulas síncronas e assíncronas
07h30min. às 11h30.
Quantitativo de estudantes por turma: 25 (Vinte e cinco).
JUSTIFICATIVA:
A disciplina “Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho Escolar (PPOGTE)” faz parte do eixo “Estrutural”, do 4º período, e compõe parte fundamental para a formação docente. Nesta proposta fundamentamos sua oferta a partir das normas regulatórias aprovadas para o PLE, posto que a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), no uso de suas atribuições estatutárias aprovou:
A Portaria nº 544/2020-MEC e a Resolução nº 34/2020 (CONSUNI/UFAL), a Instrução Normativa 06/2020-PROGEP/PROGRAD, de 23 de setembro de 2020, normatiza o cômputo da carga horária relativa às atividades de ensino de graduação (disciplinas) durante o período letivo excepcional (PLE).
Nisto, considerando o cenário pandêmico (COVID-19) que tem assolado o mundo e o Brasil; a legislação nacional; as normativas da UFAL e a necessidade de suprir uma demanda por oferta de disciplinas eletivas manifestadas em reuniões pela Coordenação do Curso de Pedagogia; entendemos que o fato de ofertar essa disciplina obrigatória no PLE contribui com o bom êxito do curso, considerando a condição de “excepcionalidade”.
Por efeito, as particularidades do trabalho remoto e o disposto no § 1° e no caput do Art. 1º e na Instrução Normativa 06/2020-PROGEP/PROGRAD, de 23 de setembro 2020, as docentes (Profa. Dra. Elione Maria Nogueira Diógenes e Profa. Dra. Maria Betânia Gomes da Silva Brito) são responsáveis, integralmente, pela disciplina posto que as docentes vão se dedicar (esforço) totalmente no que diz respeito à organização (planejamento), ao ensino e às demais atividades pedagógicas correspondentes ao componente curricular, portanto, a carga horária (80h) definida na disciplina deve ser compartilhada e não dividida; desta forma, essa carga horária deve ser garantida, em sua totalidade para cada docente no que diz respeito à oferta de duas turmas (vespertino e noturno com a mesma carga horária).
O cenário pandêmico (COVID-19) que tem promovido profundas transformações no tecido societal brasileiro, em específico no estado de Alagoas; coloca um desafio, a saber: garantia da qualidade da educação com equidade, posto isto, a disciplina PPGTOE tem o limite máximo de 25 (vinte) alunos por turma e uma duração de 10 (dez) semanas, cuja carga horária (80h) estabelecida no PPP do curso de Pedagogia é assumida pelas docentes mencionadas, ratificando que a carga horária (80h) estabelecida não comporta divisão e sim compartilhamento, visto que as atividades pedagógicas são assumidas de modo indivisível.
O gestor escolar, como responsável pela organização administrativa e pedagógica da escola, tem papel fundamental nas ações de enfrentamento ao enorme desafio imposto pelas políticas educacionais. Entretanto, sabemos que ele não age sozinho, e por mais que precise liderar a equipe escolar para alcançar resultados, é necessário que possibilite o envolvimento de todos os membros da equipe escolas bem como de toda comunidade envolvida na organização do espaço escolar. Por isso, estudar a organização da escola e seus processos de trabalho tem importância fundamental para a formação de professores e professoras comprometidos com a defesa dos princípios democráticos.
Esta realidade exige uma atuação profissional crítica, corajosa, fundamentada na ciência e na tecnologia voltadas para a transformação social. Espera-se, ainda, que o egresso do Curso de Pedagogia exerça a capacidade de liderança e de busca constante do conhecimento, assumindo a docência como uma dimensão que, necessariamente, está associada à pesquisa e à gestão de processos pedagógicos que envolvam crianças, jovens e/ou adultos e idosos, em instituições escolares e não escolares. Nesse sentido, o componente curricular aqui apresentado busca fundamentar o processo formativo de maneira orgânica e sistemática produzindo elementos e condições para a emancipação humana.
Tem-se, pois, por horizonte, possibilitar o debate histórico-crítico da gestão escolar, da organização do espaço e dos processos de planejamento participativo com foco no Projeto Político Pedagógico (PPP), de modo contextualizado e crítico, a fim de contribuir para a formação do graduando e de este apreender, na atualidade da sociedade capitalista, a necessidade de ir além de seus referenciais patrimoniais.
Deste modo, o fio condutor teórico-prático da presente disciplina adota os seguintes princípios:
1. Ética enquanto pilar da ação docente, compreendendo que esta: “...caracteriza um ser que não apenas vive, mas, que pergunta pelo sentido de tudo e portanto pelo sentido de sua vida, pela razão de ser de suas ações” (OLIVEIRA, 2000, p.7).
2. Teoria crítico-reflexiva da epistemologia no campo da avaliação institucional.
3. Práxis docente enquanto mediação do conhecimento em uma perspectiva emancipatória.
4. Dialogicidade/escuta enquanto ação pedagógica na relação docente/discentes.
5. Solidariedade e construção de um coletivo de aprendizagem em perspectiva freiriana, pautando as ações na “Pedagogia da Autonomia (1997).
II – EMENTA
Estudo da escola como organização social e educativa: concepções, características e elementos constitutivos do sistema de organização e gestão do trabalho escolar, segundo os pressupostos teóricos e legais vigentes, na perspectiva do planejamento participativo.
III - OBJETIVOS
Geral: - Compreender e analisar sistematicamente os processos da gestão escolar, quanto a natureza pedagógica e institucional, seja em relação ao desenvolvimento organizacional da escola, seja na reorganização de novos espaços/tempos de construção do conhecimento, de formação e de autoformarão humana;
Específicos:
- Refletir sobre a escola enquanto instituição sócio/educativa que promove a formação integral do sujeito;
- Dialogar sobre a função social da escola em tempos de mudanças, com foco nas condições atuais do trabalho docente;
- Analisar os pressupostos teóricos e metodológicos da organização e da gestão do trabalho escolar;
- Discutir e analisar a importância da participação como elemento fundante da gestão democrática;
- Caracterizar a dimensão pedagógica do cotidiano escolar e as funções do gestor em meio a esse desafio;
- Refletir sobre a gestão democrática da escola pública como organização metodológica específica no alcance dos objetivos e metas democráticos;
- Entender o Projeto Político Pedagógico como processo e instrumento de planejamento definidor da organização do trabalho escolar e conhecer as várias fases de sua construção, desenvolvimento e avaliação;
- Refletir sobre os pressupostos teóricos e metodológicos do planejamento escolar em interface com o Projeto Político Pedagógico; e verificar os reflexos do fenômeno da gestão escolar na construção do PPP como base para a construção da participação na escola de Educação Básica;
- Realizar levantamento e análise da realidade escolar quanto aos seus documentos (Projeto Político Pedagógico, Regimento Escolar, Plano de Direção), bem como em relação ao planejamento participativo e aos órgãos colegiados da escola, como espaço para o fortalecimento da democracia e da escola pública socialmente referenciada.
IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I
- A Escola como Organização:
- Escola como Organização Educativa;
- Função Social da Educação e da Escola em tempos de mudança;
UNIDADE II
- Organização Escolar e Gestão Educativa:
- A cultura escolar;
- A natureza do trabalho pedagógico;
- Tendências atuais da organização e gestão escolar no Brasil;
- Gestão democrática, descentralização, autonomia escolar e participação da gestão democrática como diretriz de política pública ao controle social de políticas educacionais;
- Princípios e características da gestão escolar participativa;
- O Conselho Escolar, suas funções e aplicações;
UNIDADE II
- Planejamento e Projeto Político Pedagógico da Escola:
- Planejamento educacional: dimensões conceituais;
- Planejamento Participativo;
- Projeto Político Pedagógico: conceitos e bases legais;
- Princípios e pressupostos norteadores do Projeto Político Pedagógico;
- A elaboração e implementação do Projeto Político Pedagógico como eixos integradores de uma gestão escolar democrática.
V - METODOLOGIA
A base metodológica da disciplina tem como eixo norteador a práxis na construção coletiva do conhecimento enquanto ação acessível a todos e a todas. A abordagem do ensino e da aprendizagem é interrelacional, pautada na escuta, acolhimento e problematização das vivências pessoais, sociais, políticas e econômicas, sobretudo, em relação ao contexto epidêmico que estamos vivendo, desta forma, contempla-se neste Plano: pensamento crítico-reflexivo-problematizador, autoconfiança, cooperação/solidariedade, articulação entre ensino e pesquisa. Tais diretrizes permitem o desenvolvimento por meio das diferentes plataformas educacionais, já listadas, aqui. A construção expositiva dos conteúdos ocorrerá por meio de atividades online síncronas e assíncronas, composta das seguintes atividades:
· Aulas interativas, será o desafio maior para o formato que está sendo adotado por intermédio da resolução atual. Nessa perspectiva, considerando o perfil do estudante e as condições que a instituição irá providenciar para o desenvolvimento das atividades pedagógicas, vamos identificar as dificuldades e potencialidades que estarão presentes ao longo das atividades on-line. Mas, também vamos buscar diversas formas de interação para desenvolver o conteúdo promovendo o envolvimento e participação de todos os que estiverem matriculados, de maneira que haja interação ativa e sugestão de atividades que estimulem o envolvimento comprometido de todos. Nesse propósito, o planejamento e a organização prévia será a condição para que o estudante se sinta participe das ações que serão compartilhadas por intermédio da problematização das temáticas apresentadas no programa da disciplina. Contudo, as atividades interativas não se resumem somente a introduzir o uso da tecnologia nas salas de aula, tendo em vista que essa abordagem já fazia parte da metodologia usada em momentos anteriores. Nesse sentido, propõe-se multiplicar as abordagens do conhecimento e estimular a autonomia no processo de ensino-aprendizagem.
A leitura crítica, a reflexão, os debates e o compromisso com a produção do conhecimento serão priorizados no percurso dos conteúdos trabalhados. Serão utilizadas estratégias de ensino-aprendizagem como: exposição dialogada na plataforma RNP, debates a partir de leituras previamente realizadas, pesquisas, trabalhos coletivos e individuais na plataforma, análise de situações concretas do cotidiano que envolvam a educação e os direitos humanos como um princípio estrutural.
Tais atividades inscrevem-se nas Atividades Acadêmicas Não Presenciais (ex.: vídeoaula, fórum, lista de exercícios, estudos dirigidos, elaboração de projetos, produção de artigo científico, entre outros).
VI - PLATAFORMA/S ESCOLHIDA/S PARA AS ATIVIDADES ACADÊMICAS NÃO PRESENCIAIS:
(Escolher uma ou mais plataforma/s de ensino a ser/serem usada/s pelo/a docente nas AANPs)
(X) Ambiente Virtuais de Aprendizagem Institucionais (Moodle/SIGAA)
( ) Conferência Web - RNP
(X) Google Meet
(X) Blog da Betânia endereço: https://nospassosdagestao.blogspot.com/
(X) Zoom
(X) Google Classroom
(X) Outros: Plataforma StreamYard.
VII - FORMAS DE AVALIAÇÃO
AB1- Participação nas web aulas virtuais referente aos conteúdos ministrados – (NOTA - 3,0).
ü Produção de resenhas críticas acerca dos textos estudados nas webaulas (NOTA– 7,0).
AB2-
* Participação nas webaulas virtuais referente aos conteúdos ministrados – (NOTA - 3,0).
* Construção de um memorial discente que permita a construção das experiências vivenciais em relação ao processo de ensino e de aprendizagem e sua relação com os conteúdos da disciplina – (NOTA – 7,0)
VIII - CRONOGRAMA DO COMPONENTE CURRICULAR
1ª SEMANA
Dia 15-10 (feriado dia do professor)
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PLANEJADAS
(Destacar quando se tratar de atividade assíncrona)
UNIDADE I
CONTEÚDOS ABORDADOS:
− Apresentação da turma (estudantes e docentes),
− Apresentação do Plano de trabalho (discussão da metodologia e conteúdos das disciplinas e instrumentos avaliativos)
− Concepções e tendências pedagógicas
− Pressupostos plurais da avaliação educacional.
Texto base: Moacir Gadotti "Perspectivas atuais da Educação".
METODOLOGIA:
Aula interativa em plataformas digitais: vídeoaula, interação no chat, fórum e, elaboração de resenha, (as atividades propostas serão desenvolvidas nas diferentes plataformas).
PRÁTICAS AVALIATIVAS:
Participação nas webaulas e orientação para elaboração de resenhas.
2ª Semana
CONTEÚDOS ABORDADOS:
− Aula Inaugural Coletiva com diversas turmas: Tema: O PLE no contexto da Educação: Pandemia COVID-19
Palestrantes: docentes convidados do Cedu.
PRÁTICAS AVALIATIVAS:
Participação na Aula Inaugural Coletiva através de roda de conversa.
3ª Semana
UNIDADE I
CONTEÚDOS ABORDADOS:
− Fundamentos da avaliação em perspectiva humanizadora, reflexiva e construtiva.
METODOLOGIA:
Aula interativa em plataformas digitais: vídeoaula, interação no chat, fórum e, elaboração de resenha, (as atividades propostas serão desenvolvidas nas diferentes plataformas).
PRÁTICAS AVALIATIVAS:
Participação nas web aulas e Produção de resenha.
4ª Semana
UNIDADE I
CONTEÚDOS ABORDADOS:
– Fundamentos da avaliação em perspectiva humanizadora, reflexiva e construtiva.
METODOLOGIA:
Aula interativa em plataformas digitais: vídeoaula, interação no chat, fórum e, elaboração de resenha, (as atividades propostas serão desenvolvidas nas diferentes plataformas).
PRÁTICAS AVALIATIVAS:
Participação nas webaulas e Produção de resenha.
5ª Semana
UNIDADE I
CONTEÚDOS ABORDADOS:
– Introdução à epistemologia crítica da avaliação no campo das políticas educacionais.
METODOLOGIA:
Aula interativa e orientação para organização do Seminário. Aula interativa em plataformas digitais: vídeoaula, interação no chat, fórum e, elaboração de resenha, (as atividades propostas serão desenvolvidas nas diferentes plataformas).
PRÁTICAS AVALIATIVAS:
Produção de resenha e participação no fórum.
6ª Semana
Roda de conversa sobre as temáticas abordadas na Unidade I: SEMANA INTERNACIONAL DE PEDAGOGIA – participação dos estudantes em mesas redondas.
PRÁTICAS AVALIATIVAS:
Roda de conversa acerca das temáticas da Unidade I e da participação dos discentes na SIP.
7ª Semana
UNIDADE II
CONTEÚDOS ABORDADOS:
– Correntes teóricas no campo da educação e suas implicações no âmbito da avaliação.
METODOLOGIA:
Aula interativa em plataformas digitais e realização do Seminário: vídeoaula, interação no chat, fórum e, elaboração de resenha, (as atividades propostas serão desenvolvidas nas diferentes plataformas).
PRÁTICAS AVALIATIVAS:
Orientação para construção de um memorial discente que permita a reflexão das experiências vivenciais em relação ao processo de ensino e de aprendizagem e sua relação com os conteúdos da disciplina.
Participação nas webaulas.
8ª Semana
UNIDADE II
CONTEÚDOS ABORDADOS:
– A gestão da educação e a avaliação institucional.
METODOLOGIA:
Aula interativa em plataformas digitais e realização do Seminário: vídeoaula, interação no chat, fórum e, elaboração de resenha, (as atividades propostas serão desenvolvidas nas diferentes plataformas).
PRÁTICAS AVALIATIVAS:
Participação nas web aulas
Realização e participação no Seminário.
9ª Semana
UNIDADE II
CONTEÚDOS ABORDADOS:
– Avaliação institucional x avaliação pedagógica.
METODOLOGIA:
Aula interativa em plataformas digitais e realização do Seminário: vídeoaula, interação no chat, fórum e, elaboração de resenha, (as atividades propostas serão desenvolvidas nas diferentes plataformas).
PRÁTICAS AVALIATIVAS:
Participação nas web aulas.
Realização e participação no Seminário. Realização e participação no Seminário.
10ª
UNIDADE II
CONTEÚDOS ABORDADOS:
– Construção de um processo de avaliação institucional democrático/participativo.
METODOLOGIA:
Aula interativa em plataformas digitais e realização do Seminário: vídeoaula, interação no chat, fórum e, elaboração de resenha, (as atividades propostas serão desenvolvidas nas diferentes plataformas).
PRÁTICAS AVALIATIVAS:
Participação nas web aulas e seminário.
AVALIAÇÕES
ATIVIDADES ASSÍNCRONAS
AB1
Entrega da resenha crítica.
AB2
Entrega do memorial discente que permita a reflexão das experiências vivenciais em relação ao processo de ensino e de aprendizagem e sua relação com os conteúdos da disciplina.
Reavaliação
Avaliação final
IX – REFERÊNCIAS
BÁSICAS:
AFONSO, Almerindo Janela. Estado, mercado, comunidade e avaliação: esboço para uma rearticulação crítica. Educação & Sociedade, Campinas, v. 20, n. 69, p. 139-164, 1999.
_____. Políticas educativas e avaliação educacional; para uma análise sociológica da reforma educativa em Portugal (1985- 1995). Braga – Portugal: Universidade do Minho, 1998.
ARENDT, Hannah. Responsabilidade e julgamento. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
CORREIA, José Alberto. Contributos para a construção de ‘narrativas educativas’ de esquerda. Perspectiva, Florianópolis, v. 23, n. 2, p. 407-426, 2005.
FULLAN, M; HAGREAVES, A. A escola como organização aprendente: buscando uma educação de qualidade. Porto Alegre: ARTMED, 2000.
LIBÂNEO, J. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5.ed. Goiânia: Alternativa, 2004.
SAVIANI, Demerval. Comunicação apresentada na Mesa-Redonda sobre a “Natureza e Especificidade da Educação”, realizada pelo INEP, em Brasília, no dia 5 de julho de 1984. Publicado na Revista Em Aberto, Brasília, a. 3, n. 22, jul./ago. 1984, p. 1-6. Disponível em https://portalseer.ufba.br/index.php/revistagerminal/article/view/13575/9519. Acesso em 21/09/2020.
VASCONCELLOS, C. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político pedagógico. São Paulo: Libertad, 2001.
VEIGA, I; RESENDE, L. (Orgs.). Escola: espaço do projeto político-pedagógico. São Paulo: Papirus, 1998.
VEIGA, I; FONSECA, M. (Orgs.). As dimensões do projeto político-pedagógico. São Paulo: Papirus, 2001.
COMPLEMENTARES:
AGUIAR, Márcia Ângela da Silva. Gestão da Educação Básica e o Fortalecimento dos Conselhos Escolares. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/er/n31/n31a09.pdf>. Acesso em 26.fev.2013.
BALL, S. J. Diretrizes políticas globais e relações políticas locais em educação. Currículo sem fronteiras, Porto Alegre, v. 1, n. 2, p. xxvii-xliii, 2001.
BRANDALISE, M. Â. T. Avaliação institucional da escola: conceitos, contexto e práticas. Olhar de Professor, Ponta Grossa, PR, v. 13, n. 2, p. 315-330, 2010.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Seção 1, p. 27.833. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>. Acesso em 21 nov. 2019.
CAPPELLETTI, I. F. Opções metodológicas em avaliação: saliências e relevâncias no processo decisório. Roteiro, Joaçaba, SC, v. 37, n. 2, p. 211-226, jul./dez. 2012.
DIAS SOBRINHO, J. Universidade e avaliação. Entre a ética e o mercado. Florianópolis, SC: Insular, 2002.
_____. Avaliação e transformações da educação superior brasileira (1995-2009): do provão ao SINAES. Avaliação, Campinas, Sorocaba, SP, v. 15, n. 1, p. 195-224, mar. 2010.
LIMA, L. C. A escola como organização educativa. São Paulo: Cortez, 2003.
MAINARDES, J. Abordagem do ciclo de políticas: uma contribuição para a análise de políticas educacionais. Revista Educação e Sociedade, v. 27, n. 94, 2006.
MAINARDES, J.; MARCONDES, M. I. Entrevista com Stephen J. Ball: um diálogo sobre justiça social, pesquisa e política educacional. Revista Educação e Sociedade, Campinas, SP, v. 30, n. 106, p. 303-318, jan./abr. 2009.
MEC, 2004. Conselhos Escolares: Uma Estratégia de Gestão Democrática da Educação Pública. Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12619&Itemid=661>. Acesso em: 25.jun.2013.
PARO, Vitor Henrique. Administração Escolar e Transformação Social. In: Administração Escolar: introdução e crítica. 16.ed. São Paulo: Cortez, 2010. P. 185-254.
PARO, Vitor Henrique. Gestão da escola pública: a participação da comunidade. In:_________. Gestão Democrática da Escola Pública. 3.ed. São Paulo: Ática, 2000. P.39-70.
SOUZA, José Vieira; CORRÊA, Juliane. Projeto Pedagógico: a autonomia construída no cotidiano da escola. In: VIEIRA, Sofia Lerche (Org.). Gestão da Escola - desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. P.47-75.
SAUL, A. M. Avaliação emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e reformulação de currículo. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2001.
VIDAL, Eloísa Maia... et al. Avaliação Institucional. Fortaleza: Ed. UECE, 2003. 116p. (Cadernos pedagógicos, 1).
VIEIRA, S.L.; PENIN, S.T.S. Refletindo sobre a função social da escola. In: VIEIRA, Sofia Lerche (Org). Gestão da Escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. P.13-45.
Maceió-AL, outubro de 2020.
Elione Maria Nogueira Diógenes
SIAPE: 1658973
Maria Betânia Gomes da Silva Brito
SIAPE: 2892212
(Docentes Responsáveis)
[1] A disciplina pode ser ofertada em outros cursos de Licenciatura da UFAL.
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